Dia dos namorados. Namorem, pois.

Dom João Inácio

Paz e bênção. Dia dos namorados. Namorem, pois.

O impulso de atração e de bem-querer é coisa de Deus, nosso Criador. É muito necessário, contudo, que as pessoas ajudem Deus para uma vida de harmonia nas relações de amizade e de amor comprometido, como é o caso do Sacramento do Matrimônio. E o namoro é por toda a vida. É necessário crescer e progredir no amor e na entrega mútua. Nosso Papa Francisco fala disso, e diz que os casais devem continuar a namorar. É preciso cultivar o cortejo e o cuidado cordial com a outra pessoa, aquela que Deus colocou ao seu lado para viver o Evangelho.

Ó, glorioso santo Antônio, intercedei e abençoai todos os que namoram!

A Liturgia nos apresenta as bem-aventuranças – Mt 5, 1-12.

O Sermão da montanha é dirigido a todos; particularmente, aos discípulos. É o programa do Reino de Deus, pois deixa bem clara a identidade dos seguidores de Jesus, porque essa é a identidade do Mestre e Senhor.

Interessante é percebermos que cada bem-aventurança contém três elementos: 1) o anúncio de felicidade; 2) a declaração de quem são os bem-aventurados; 3) a afirmação da causa da bem-aventurança. Acentua-se que cada uma delas não é fruto de conquista, mas é uma dádiva, pois bem-aventurados são os que se confiam a Deus, vivem no desapego, têm coração puro, lutam em favor da paz e pela justiça e, por tudo isso, são perseguidos, mas não alimentam nenhum sentimento de vingança (cf. CNBB).

Bom dia. Abraço.

Dom João Inácio Müller, ofm